O movimento feminista, conhecido como Marcha das Vadias, está na cidade. Esta semana, são promovidas oficinas, palestras, mostra de documentário, entre outros eventos, com o intuito de complementar e discutir sobre o movimento, bem como seu surgimento e repercussão. Para algumas integrantes da marcha, os eventos colaboram diretamente para a implementação do movimento na cidade. “Promovendo eventos, até para discutirmos sobre os direitos das mulheres, é importante para passar segurança aos demais participantes”, acredita Aline Cogo, representante da Marcha das Vadias.

Todos os que participam são considerados representantes do movimento. Eles apontam que a semana de eventos é preciso para mostrar o motivo pelo qual lutam. “Não estamos simplesmente buscando chamar a atenção. Nossa busca é ampla”, afirma Anita Fatel, também representante do movimento. Ela reforça que a intenção não é apenas marchas, mas trazer o debate sobre os direitos das mulheres, violência contra a mulher, entre outros temas.

Outra representante da marcha, afirma que a luta é pela igualdade de gênero. Ela vê que a participação dos cidadãos está grande. “A cada dia vemos que a participação aumenta. Isto é o que buscamos também, o maior número de participantes possível”, diz Ligiane de Meira.

Na última quarta (8), aconteceu a oficina de batucada. O foco era aprender as músicas que serão cantadas no sábado, dia que acontece a marcha no centro da cidade, bem como conhecer a batida da bateria da Atlética VI de Novembro, dos cursos de Economia, Contábeis e Administração. Com ritmos de marchinhas, funk, ou até mesmo ensaio das palavras de ordem, a cerca de 40 pessoas que participaram da oficina se mostraram empenhados e dispostos a acordar a cidade no sábado, a partir das 10 da manhã.

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